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LUVAS DE PROTEÇÃO
As mãos são a parte do corpo que mais utilizamos em quase tudo o que fazemos. Depois dos olhos, são parte do corpo mais importante no trabalho. Fazem todo o tipo de trabalhos e estão expostas a inúmeros riscos diários.
Segundo a ACT, em 2016, cerca de 3% dos acidentes de trabalho em Portugal deveram-se a contacto com a corrente elétrica, temperatura ou substância perigosa, o que poderia ter sido evitado através da utilização de luvas de proteção adequadas.
 
Cuidados de manutenção e conservação:
• Verifique regularmente se as luvas se apresentam porosas ou degradadas.
 
Instruções de utilização:
• Antes de calçar as luvas, lave e seque bem as mãos.
• No caso de uso prolongado, não utilize as luvas para além do tempo recomendado.
• Quando necessário, dobrar um pouco do punho da luva pode ajudar a evitar que as substâncias entrem em contacto com os braços.
• Ao remover a segunda luva, não toque na parte exterior da mesma com a mão nua – segure-a pelo lado de dentro da luva.
• Antes de reutilizar as luvas, verifique se estas estão secas por dentro e por fora.
 
A Sintimex dispõe de uma ampla gama de luvas que respondem a qualquer necessidade de proteção das indústrias. Para cada trabalho existe uma luva ideal. Escolha o equipamento de proteção individual que melhor se adapta às suas mãos. Trabalhe comodamente e em segurança.
Consulte-nos para um aconselhamento personalizado sobre a luva mais adequada para si!
 
Normas: EN420, EN388, EN374-2, EN374-3, EN407, EN511, EN659, EN12477, ISO 10819
Marcas: Ansell, Honeywell, Mapa, Regeltex, Showa

ISO 10819

Tem sido estabelecida pelo Comité Europeia de Normalização (CEN) para responder à procura crescente de protecção contra os riscos do síndrome de vibração das mãos e braços (HAVS) provocados pela exposição aos riscos de vibrações transmitidas pelas mãos. As medições realizam-se ao nível da palma, excluindo os dedos. A norma precisa como preâmbulo que, no estado actual de conhecimento, as luvas são incapazes de proporcionar uma atenuação significativa para as frequências de vibração inferiores a 150 Hz. Determinadas luvas podem inclusivamente aumentar estas frequências, mas é importante precisar que conservar a mão quente e seca são propriedades importantes de uma luva e são de grande utilidade na redução de determinados efeitos induzidos pelas vibrações.  A única medição do factor de transmissão segundo a norma EN ISO 10819 não basta para fazer uma avaliação de risco sanitário originado pelas vibrações.  Definição da norma sobre a transmissão de vibrações:  É factor de transmissão de vibrações (percentagem) medido na superfície da mão sem protecção e sobre a palma da luva anti vibração perante uma ferramenta vibrante.  Os valores de transmissão superior a 1 indicam que a luva amplia as vibrações, os valores inferiores a 0,6 indicam que a luva aligeira as vibrações.


Os ensaios realizam-se para frequências que vão de 31,5 Hz a 1250 Hz representativas das ferramentas vibrantes mais correntes.  Espectro de frequências médias: 31,5 a 200 Hz   Espectro de frequências altas: 200 a 1250 Hz

Para estar em conformidade com a norma EN ISO 10819, é preciso que:
  • A transmissão em médias frequências: TRm seja < 1
  • A transmissão em altas frequências: TRh seja < 0,6   


EN659 - Bombeiros

Esta norma aplica-se somente às luvas de protecção para bombeiros para a luta contra incêndio e as operações de busca e de salvamento.

Precisa quais são os métodos de ensaio e a eficiência mínima destas luvas (Por exemplo, os níveis mínimos de resistência mecânica da norma EN388 são de 2, 2, 2, 2).



EN511 - Contra o Frio

A norma EN511 define as exigências e métodos de ensaios das luvas de protecção contra o frio transmitido por convecção ou condução até 50 graus negativos. Este frio pode estar relacionado com as condições climáticas ou com uma actividade industrial. Os valores específicos dos diferentes níveis de eficiência determinam-se segundo as exigências específicas de cada categoria de risco ou no âmbito de cada aplicação especial.  Os ensaios de produtos só podem ser realizados para níveis de eficiência e não para níveis de protecção.


Nível Exigência:
  • 1º Nível: 0 a 4 - Resistência ao frio por convecção: indica que há ou não uma penetração ao fim de 30 minutos
  • 2º Nível: 0 a 5 - Resistência ao frio de contacto: indica se há ou não penetração ao fim de 30 minutos
  • 3º Nível: 0 a 1 - Impermeabilidade à água: indica se há ou não penetração ao fim de 30 minutos.   


EN407 - Contra o Calor e/ou Fogo

A norma EN407 especifica os métodos de ensaio, as exigências gerais, os níveis de eficiência térmica e de marcação das luvas de protecção contra o calor e/ou o fogo. Aplica-se a todas as luvas que devem proteger as mãos contra o calor e/ou as chamas, numa ou das várias formas seguintes: fogo, calor de contacto, calor por convecção, calor radiante, pequenas protecções de metal fundido ou grandes projecções de metais em fusão.  Os ensaios de produtos só podem ser realizados para níveis de eficiência e não para níveis de protecção.


Nível de Exigência:
  • 1º Nível: 1 a 4 - Resistência à inflamabilidade: tempo durante o qual o material se inflama e continua consumir-se depois da fonte de ignição ser suprimida.
  • 2º Nível: 1 a 4 - Resistência à inflamabilidade: tempo durante o qual o material se inflama e continua consumir-se depois da fonte de ignição ser suprimida.
  • 3º Nível: 1 a 4 - Resistência ao calor por convecção: tempo durante o qual a luva é capaz de retardar a transferência do calor de uma chama.
  • 4º Nível: 1 a 4 - Resistência ao calor radiante: tempo necessário para alcançar um nível de temperatura determinado.
  • 5º Nível: 1 a 4 - Resistência a pequenas projecções de metal em fusão: quantidade de projecções necessárias para elevar a luva a uma temperatura determinada.
  • 6º Nível: 1 a 4 - Resistência a projecções importantes de metal em fusão: quantidade de projecções necessárias para provocar a deterioração.  


EN374-3 - Micro Organismos

A norma EN374-3 concerne à determinação da resistência dos materiais que constituem as luvas de protecção contra produtos químicos não gasosos potencialmente perigosos em caso de contacto contínuo. É conveniente insistir, por conseguinte, no facto de que este ensaio não toma em conta as condições susceptíveis de aparecer em serviço e recomenda-se não utilizar os resultados do ensaio, que têm um valor essencialmente relativa, mais para comparar materiais em função das grandes categorias de tempo de impermeabilidade.


Nível Exigência :
  • 1º Nível: 0 a 1 - Penetração: indica que o produto resiste ou não resiste à penetração de água e de ar.
  • 2º Nível:0 a 6 - Permeabilidade: Indica o tempo que necessita um produto perigoso para atravessar a película protectora por permeabilidade.  


EN374-2 - Micro Organismos

A norma EN374-2 especifica um método de ensaio para a resistência à penetração das luvas de protecção contra os produtos químicos e/ou os micro organismos. Quando as luvas resistem à penetração, ensaiadas segundo esta parte da EN374, constituem uma barreira eficaz contra os riscos microbiológicos.


Nível Exigência:  0 a 1 - Penetração: indica que o produto resiste ou não resiste à penetração de água e de ar.  


EN388 Riscos Mecânicos

A norma EN388 aplica-se a todas as classes de luvas de protecção no referente às agressões físicas e mecânicas por abrasão, corte, perfuração e desgarre.   Esta norma não se aplica às luvas anti vibratórias.


Nível Exigência:
  • 1º Nível: 0 a 4 - Resistência à abrasão: número de ciclos necessário para deteriorar a amostra a uma velocidade constante.
  • 2º Nível: 0 a 5 - Resistência ao corte: número de ciclos necessários para cortar a amostra a uma velocidade constante.
  • 3º Nível: 0 a 4 - Resistência ao desgarre: força necessária para desgarrar a amostra.
  • 4º Nível: 0 a 4 - Resistência à perfuração: força necessária para perfurar uma amostra com um punção normalizado. 


EN420 - Exigências Gerais

Define as exigências gerais em termos de:

  • Identificação do fabricante e da marca do produto
  • Inocuidade (por exemplo: ph dos materiais o mais neutro possível).
  • Respeito dos tamanhos convencionados
  • Agilidade: convém que uma luva proporcione a maior flexibilidade dependendo do uso a que está destinado.
  • Composição da luva,
  • Embalagem, armazenamento, manutenção e limpeza
  • Informações de utilização acerca das instruções e da categoria EPI a que pertence: resultados, pictogramas, usos, precauções de emprego, tamanhos disponíveis...   

Cuidados de manutenção e conservação:
• Verifique regularmente se as luvas se apresentam porosas ou degradadas.
 
Instruções de utilização:
• Antes de calçar as luvas, lave e seque bem as mãos.
• No caso de uso prolongado, não utilize as luvas para além do tempo recomendado.
• Quando necessário, dobrar um pouco do punho da luva pode ajudar a evitar que as substâncias entrem em contacto com os braços.
• Ao remover a segunda luva, não toque na parte exterior da mesma com a mão nua – segure-a pelo lado de dentro da luva.
• Antes de reutilizar as luvas, verifique se estas estão secas por dentro e por fora.

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